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Moradora denuncia invasão domiciliar no Grajaú em plena luz do dia

Relatos nas redes sociais mostram que homem invadiu um prédio pequeno na rua Caçapava e arrombou a porta de um apartamento , levando diversos itens como TV e videogame. Caso faz lembrar do “homem-aranha do Grajaú”, criminoso que escalava prédios e roubava apartamentos pelo bairro e foi preso em 2022.

Redação
Equipe Editorial
29 de abril de 2026
Invasor de apartamento carregando TV roubada. Foto postada pelas vítimas nas redes sociais.
Invasor de apartamento carregando TV roubada. Foto postada pelas vítimas nas redes sociais.

Moradora denuncia invasão domiciliar no Grajaú em plena luz do dia

A tranquilidade residencial do Grajaú, na Zona Norte do Rio de Janeiro, foi interrompida por um crime audacioso na última semana. Relatos que circulam nas redes sociais detalham a invasão de um prédio pequeno na Rua Caçapava, na altura do número 40. O criminoso teria agido com extrema confiança, arrombando a porta de um dos apartamentos em um horário de grande movimentação na região, enquanto os moradores estavam dentro do apartamento.

Segundo a denúncia, o invasor revirou o imóvel e subtraiu diversos bens de valor, focando em eletrônicos de fácil transporte e alta demanda no mercado ilegal. Entre os itens levados, destacam-se:

  • Aparelho de TV;
  • Console de videogame;
  • Itens de perfumaria.

O trauma do "Homem-Aranha do Grajaú" retorna ao bairro

A audácia da ação fez com que muitos moradores recordassem imediatamente o caso do "Homem-Aranha do Grajaú". O criminoso, que aterrorizou o bairro por meses, foi preso em dezembro de 2022 após uma série de furtos impressionantes. Ele era conhecido por escalar fachadas de prédios — inclusive andares altos — sem qualquer equipamento, entrando pelas janelas e varandas sem ser notado.

Desta vez, embora o acesso tenha sido por arrombamento, o perfil do crime mantém o padrão de vulnerabilidade dos imóveis do bairro. Na época da prisão do antigo "Homem-Aranha", a polícia destacou alguns pontos do seu modus operandi:

  1. Monitoramento da rotina dos moradores para garantir que o imóvel estivesse vazio;
  2. Escolha de prédios com arquitetura que facilitasse a escalada ou acesso lateral;
  3. Fuga rápida utilizando as rotas arborizadas do bairro.
"Ele entrou no 422 que eu estava, próximo do horário do almoço. Se não me engano desceu na Praça da Bandeira", relatou uma pessoa nas redes sociais que viu a denúncia no grupo do bairro.

Até o momento, não há informações sobre a identidade do suspeito deste novo caso. Especialistas em segurança recomendam que moradores de prédios pequenos reforcem a segurança de portões e invistam em sistemas de monitoramento por câmeras integrados, que facilitam a identificação após o crime.

O espaço está aberto para as vítimas se manifestarem, caso desejem.

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